Márcio Carvalho

Márcio Carvalho, cantor e compositor carioca, nascido em 12 de agosto de 1969,  iniciou a sua atividade musical nos anos 90. Subiu ao palco para cantar, pela primeira vez, em um festival organizado pela Cultura Inglesa, apresentando músicas de Milton Nascimento e de Caetano Veloso.

Na mesma época, iniciou o cursou de Teoria e Percepção Musical na UNIRIO.

Estudou canto com a cantora e preparadora vocal Karla Boechat (Grupo Mulheres de Hollanda), tendo acompanhado a Cia. da Voz Karla Boechat em espetáculos realizados no Teatro Ipanema, no Café Teatro de Arena de Copacabana e no Vinícius Piano Bar.  

Enquanto integrante do Grupo Vocal Quebra Vozes, sob a regência de Sérgio Sansão, com o repertório de músicas folclóricas e populares de diversos países, apresentou-se em vários teatros do Rio de Janeiro. Ainda com o Quebra Vozes, participou do musical “A Lista”, de Oswaldo Montenegro, no Café Teatro de Arena de Copacabana,  da peça “A Prosa de Nelson”, de Demétrio Nicolau, no Teatro do Planetário da Gávea, e do espetáculo “Caminhos do Sul”, de Kleiton e Kledir, no Teatro Rival.

Nos anos 2000, Márcio Carvalho, na companhia do músico Jair de Almeida, passou a interpretar algumas de suas próprias composições em casas noturnas cariocas, tendo no repertório, ainda, sambas e clássicos da MPB. No mesmo período, paralelamente, apresentou-se em festivais de música católica, com peças autorais, e, também, participou da gravação do CD da Banda “Canção de Deus”.

É um dos autores do samba enredo de 2006 do GRCESM FILHOS DA ÁGUIA, em parceria com Wilson Moraes, Tamiris Coelho e Luiza Loroza, com o  enredo “UMA FESTA TUPINAMBÁ ÀS MARGENS DO RIO SENA”, de José Leonídio Pereira. Nesse ano, a Escola recebeu o troféu/premiação da Associação das Escolas de Samba Mirins do Rio de Janeiro, pelo samba enredo apresentado.

Em 2016, Márcio Carvalho, apaixonado pela Portela e pela rica produção musical que gira em torno da Azul e Branca de Madureira, inspirado pelo samba de raiz e por sambas de enredo, especialmente dos anos 70 e 80, retorna à atividade musical, gravando obras de sua autoria, dentre as quais “A Senhora”, coautoria com Anderson Henriques, estreada no Café-Concerto do Bistrô Grand Cru Niterói, a convite de poetisa e filósofa Dília Gouveia e da cantora Zezé Vargas, e “Altaneira”, com o qual participou do Festival de Samba de Terreiro da Portela, organizado pela Ala de Compositores Ary do Cavaco.

“Eu Tenho a Águia no Meu Peito”, “Estação de Madureira”, “Perfeita Madrugada” e “A Vida Tem Lá Suas Razões” completam a primeira safra de sambas dessa nova fase, com divulgação pela internet.  Enquanto isso, vem produzindo a gravação de novas composições, sob a preparação vocal de Deco Fiori (Grupo Vocal BR6).

Márcio Carvalho.
Rio de Janeiro, junho de 2016.