Gosto que me enrosco
 

"Stamos em pleno mar... Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares
Como roçam na vaga as andorinhas... "

(Versos de: "O Navio Negreiro" de Castro Alves)

Sambavam, nas poucas horas de folga. Esperavam dias melhores. A maioria deles, não sabia exatamente qual era o significado de sambar. Seria uma volta a tempos idos, ancestrais, época de escravidão. Mexiam livremente com o corpo. Havia um lamento em cada compasso.

E, o carnaval chegou. Teria durado uma semana o carnaval carioca. A partir do Domingo da Páscoa, 31 de março de 1641. Com o Governador Salvador Correa de Sá e Benevides. Desfilava, pelas ruas acompanhado por 166 cavaleiros dando "vivas" a subida do trono de Don João IV, o restaurador da Monarquia Portuguesa.

Os estudantes do Colégio dos Jesuítas, foram os maiores foliões durante os séculos XVII e XVIII. Certa vez, teriam organizado um desfile com o enredo "ONZE MIL VIRGENS". Só mais tarde, o carnaval brasileiro passou a ter cunho popular e a ser realizado periodicamente, com elementos do folclore, tanto de origem negra como portuguesa.

Nos tempos coloniais, havia o entrudo, uma das tradições que herdamos dos portugueses. Os foliões convidavam ao entrudo, que consistia em jatos d'água esguichados com bisnagas, ou mesmo atirados em baldes. Os limões-de-cheiro, fabricados com cera e com recheio de água perfumada, eram mais galantes.

A imprensa, desenvolvia unia campanha contra. A favor de um carnaval ao estilo das festas européias, principalmente das venezianas.

A sua decadência, atrai a imaginação popular para a confecção das máscaras, feitas de cera muito fina ou de papelão. Simulavam caras de cão, de gato ou de porco. Cabeças articuladas com bigodes e barbas, olhos que piscavam e queixos móveis. O primeiro baile de máscaras em teatros cariocas, foi feliz idéia de unia atriz estrangeira. Abram alas para as colombinas. O aparecimento desses bailes foi de grande importância para a participação da mulher no carnaval. Festa que antes, na opinião de quase todos os pais, moça de família não deveria participar.

Do entrudo, passou o folião carioca às batalhas de flores copiadas do carnaval de Nice. As batalhas de confete, do Carnaval de Nápoles.

Não se sabia ainda, o que eram: cuícas, tamborins e demais instrumentos de percussão, que integram as baterias das Escolas de Samba de hoje. O bumbo, ou zabumba, surge no carnaval introduzido por um português, conhecido por Zé Pereira, tradição durante meio século.

Dele, evoluíram os cordões e blocos que passaram a usar, além do bumbo, cuícas, tamborins, pandeiros e frigideiras.

Surgem as primeiras sociedades carnavalescas em 1850. O Congresso das Sumidades Carnavalescas foi pioneira. Vieram os Tenentes do Diabo, dos Fenianos e Democráticos. Foram associações importantes também para a Abolição da Escravatura. Coletavam dinheiro em suas passeatas para comprar e alforriar escravos.

Dançavam a quadrilha, o xote, a valsa, a polca. A partir de 1870, o maxixe, a dança excomungada. Primeira dança nacional (uma mistura de polca com lundu africano).

Ao final do século passado, os trabalhadores do cais do porto (negros, mestiços, mulatos), deram início ao samba. Os maxixes aproximaram-se do samba urbano de hoje. Concentravam-se nas imediações da Pedra do Sal, no bairro da Saúde, nesta "Sebastinópolis", verdadeiro reduto de usos e costumes trazidos da Bahia.

Nascem os primeiros ranchos que deram outra feição ao carnaval carioca. Desfilavam com enredos cheios de esplendor, arte e riqueza.

Os baianos residentes no Rio, ao trazer seus rituais religiosos e festivos, danças e representações folclóricas, encontraram no carnaval um novo centro de interesse. O carnaval torna-se, nas zonas urbanas, especialmente em Salvador, Rio e Recife, um catalisador do folclore. Chama a si e incorpora os cucumbis baianos, o maracatu de Pernambuco, os congos e congadas, as taieiras e o quilombo.

Iniciou-se por esse tempo, o carnaval de rua hoje conhecido. Os cariocas que iam participar dos festejos públicos, desembarcavam dos bondes estacionados em lugares determinados, antecipadamente anunciados pela imprensa.

O carnaval de 1897, foi um fracasso nas ruas do Centro. Sem graça, para as ruas do Ouvidor e vizinhanças. É que Madureira resolvera fazer sua própria festa com palanques, coretos e bandas de musica, em sua praça principal. Outros subúrbios seguiram o exemplo. Nascia o carnaval de rua dos bairros.

Do início deste século em diante, o carnaval modifica-se constantemente. A Praça Onze transbordava. Dos lados do Cais do Porto e do Mangue, ouvia-se um baticum forte de tambores. O bonde lotado, despejava piratas, odaliscas, malandros de chapéu-palhinha cetins e lamês brilhantes. Bigodes e cavanhaques postiços. Cheiro de suor e do lança-perfume Rodo Metálico. A classe média desfilava de pierrô colombina e arlequim. Os automóveis abertos, ou corsos, eram a novidade. A marchinha "Ó Abre-Alas", de Chiquinha Gonzaga, era invencível desde 1899. Mas cedia a vez ao tango-chula "Vem Cá, Mulata". A iluminação a gás era substituída pela elétrica.

"Pelo Telefone", primeiro samba, abriu caminho para o novo ritmo que chegava. Nos anos 20, a difusão do rádio ameaçava esvaziar os Teatros de Revista. A Festa da Penha, depois do carnaval, seria o maior acontecimento popular do Rio. Acontecia o início do carnaval, pelo menos ao que se referia à música. Compositores lançavam suas obras, já de olho no carnaval seguinte. Multidões acorriam ao subúrbio. Daí a razão dos lançamentos ali. Composição consagrada na Penha, seria êxito indiscutível em fevereiro.

Os velhotes de bengala e polaina paqueravam as damas na Confeitaria Colombo.


O samba adquiria seu ritmo próprio e envolvente. Surgia no Estácio a "Deixa Falar", com idéia diferente dos ranchos, na coreografia e na organização.

O aparecimento das Escolas de Samba, decretou a decadência dos ranchos. Copiam-se suas características e modelos.


Enquanto dançava-se o charleston, cantava-se:

Taí
Eu fiz tudo pra você gostar de mim
O meu bem
Faz assim comigo não
Você tem
Você tem
Que me dar seu coração.

Desde a melindrosa e o almofadinha, até o negrinho batuque, cantarolando um samba no gabinete do Ministro, o grande sucesso era "Gosto que me enrosco". A cuíca, o surdo, o tamborim, o pandeiro, o ganzá e o reco-reco, foram tocados pela primeira vez nos estúdios, para a gravação de "Na Pavuna". Os gatos vadios, para a vitória dos tamborins, foram sacrificados para a renovação dos ritmos de carnavalescos.

Na década de 30, publicidade era "reclame". Tomava-se banho com "Carnaval um amor de sabonete". Ia-se, "Ao samba que você me convidou com roupas da Casa Mathias". Entrava no ar "O Programa Casé". O cinema falado, estava em todas as telas. As rádios tocavam a música popular brasileira, que vivia a sua época de ouro, com seus intérpretes e autores. Nos salões, "O teu cabelo não nega". Na Praça Onze, o primeiro desfile das Escolas de Samba. Começava uma tradição no carnaval carioca: a do grande "Baile de Gala do Teatro Municipal". A "Deixa Falar" desaparece. Por coincidência, nesse primeiro carnaval sem a escola pioneira, o povo cantava:

"Quando eu morrer
Não quero choro nem vela
Quero uma fita amarela
Gravada com o nome dela"

Sucessos como: "Agora é cinza", "O orvalho vem caindo" e "Linda a lourinha".
Acontecia a primeira de tantas vitórias da Portela. Surgia a marcha "Cidade Maravilhosa". Passou à história como hino oficial da Cidade do Rio de Janeiro.
O grande sucesso alcançado pelas músicas de carnaval na "fase de ouro", era em conseqüência à fidelidade aos problemas do dia-a-dia do povo. Crítica aos políticos, até a descrição das dificuldades da vida. A censura atinge o auge. Transformam-se letras como: "O bonde São Januário leva mais um otário / sou eu que vou trabalhar", em "Leva mais um operário".

Nos primeiros anos do pós-guerra, o rádio sofre uma invasão de autores improvisados e intérpretes de segundo time, atraídos pelo lucro do carnaval. Inicia-se a frase da caitituagem.

A música de carnaval, hoje, deixa de unificar a cidade. Não existem mais as letras que permitam um diálogo entre os foliões. Os sambas e marchinhas deixam de significar alguma coisa...

Tem razão, nesse sentido a "Marcha da Quarta-Feira de Cinzas":

"Acabou nosso carnaval
ninguém ouve cantar canções
...E no entanto é preciso cantar"

"Vão acabar com a Praça Onze
Não vai haver mais Escola de Samba, não vai..."

Sacrificaram o reduto pioneiro do samba, para a abertura da grande avenida. Choraram os tamborins, chorou o morro inteiro, mas o samba continuou.

"A Escola de Samba não morreu, nem morrerá" (Sérgio Cabral)

Já vai longe o tempo em que um grupo se reunia na casa da Tia Ciata. Aí nasceu o primeiro samba gravado.

Resta o consolo de que, o carnaval vale pela descontração e consiste em criar um ânimo novo. Com pessoas acreditando mais nas coisas e nos homens. As Escolas de Samba, ainda estão aí: luxuosas, coloridas, desfilando os amores pomposos, os mundos encantados e misteriosos, como o povo gosta.

A sua antiga pureza desapareceu, industrializadas ou não, o fato é que elas continuam sendo o grande, talvez o único, espetáculo desse nosso antigo carnaval de rua.

É preciso cantar e alegrar a cidade. As Escolas de Samba não se deixaram abater pelos modismos de cada época. Adaptaram-se. Levantaram, sacudiram a poeira e deram a volta por cima.

"...Por tudo isso, e muito mais, as Escolas de Samba são uma fatalidade histórica neste universo de influências, transmutações, conceituações estéticas e evocações que constituem a contribuição do negro africano à miscigenação da cultura brasileira...

...a magia do domingo, fazem das escolas legítimas herdeiras da sensação que invadia o negro quando exclamava ao se preparar para os festejos dos congos: É HOJE!"

(trecho do livro "É hoje ", de Haroldo Costa)

EVOÉ CARNAVAL

José Felix

Bibliografia:

ALENCAR , Edigar de. O carnaval carioca através da música. Livraria Francisco Alves Ltda, 1979
ARAÚJO, Mozart de. O Zé Pereira. Jornal do Comércio, 1965.
GUIMARÃES, Francisco. Na Roda do Samba. Funarte, 1978.
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. Editora ltatiaia, 1984.
ALENCAR, Edigar de. Nosso Sinhô do Samba. Funarte, 1981.
MOURA, Roberto. Tia Ciata e a pequena África no Rio de Janeiro. Funarte, 1983.
EFEGE, Jota. Ameno Resedá - o Rancho que foi Escola. Letras e Artes. 1965.
LELRIS, Michel, DELANGE, Jacqueline. África Negra, La Creación Plástica. Aguilar, 1967.
CABRAL, Sérgio. Escolas de Samba. Fontana, 1974.
EDMUNDO, Luís. O Rio de Janeiro de meu tempo. Xenon Editora, 1987.
ENEIDA. História do carnaval Carioca. Editora Civilização Brasileira, 1958
RIO, João do. A Alma encantadora das ruas. Secretaria Municipal de Cultura - Prefeitura Cidade Rio de Janeiro, 1991.
EFEGÊ, Jota. Maxixe, a dança excomungada. Conquista, 1974.
LIRA, Matiza. Chiquinha Gonzaga. Funarte, 1978.
THEREZA, Maria, SOARES, Mello. São Ismael do Estácio - o sambista que foi rei. Funarte, 1985.
EFEGÊ, Jota. Figuras e coisas do carnaval carioca. Funarte, 1982.
BARBOSA, Orestes. Samba. Funarte, 1978.
JR., R. Magalhães. Dois séculos de folia. Revista Manchete, 1972.
COSTA, Haroldo. E Hoje - As Escolas de Lan. Irmãos Vitale S.A., 1978.

Samba

Carnavalesco - José Félix
Presidente - Luís Carlos Scafura
Autor(es) - Noca da Portela, Colombo e Gelson

É carnaval
O Rio abre as portas pra folia
É tempo de sambar
Mostrar ao mundo a nossa alegria
Veio bailando pelo mar
E de lá pra cá nasceu essa magia
Samba, que me faz feliz
Em sua raiz tem arte e poesia
Bate o bumbo, lá vem Zé Pereira
E faz Madureira de novo sonhar
A Portela não é brincadeira
Sacode a poeira, faz o povo delirar

Gosto que me enrosco de você, amor
Me joga seu perfume, hoje eu tô que tô


Praça Onze, berço das nossas fantasias
Deixa Falar deixou no peito a nostalgia
Dos ranchos, blocos e cordões
Dos mascarados nos salões
Pierrot beijando a Colombina
Chuva de confete e serpentina
Dos bondes ficou a saudade
Ah! Que saudade do luxo das Sociedades

Abram alas, deixa a Portela passar
É voz que não se cala
É canto de alegria no ar


CARNAVAL DE 1995
MAPAS DE NOTAS


PORTELAMOR
ALEGORIAS E ADEREÇOS
Jurado 01
Jurado 02
Jurado 03
Jurado 04
Jurado 05
São Clemente
8
9
8,5
8,5
8,5
Unidos da Tijuca
9,5
9
9
10
9,5
Beija-Flor
10
10
9,5
10
10
União da Ilha
9
10
9,5
9
9,5
Grande Rio
8,5
9
9
8,5
9
Acadêmicos do Salgueiro
9,5
10
10
9,5
10
Tradição
7,5
9,5
9
9
9
Portela
10
10
9,5
10
10
Império Serrano
7,5
9
8,5
8,5
9
Unidos da Ponte
9
9
9
9,5
10
Estácio de Sá
9,5
9,5
9,5
10
10
Unidos de Vila Isabel
9
9,5
9,5
10
10
Modicade Independente
10
10
10
10
10
Caprichosos de Pilares
8,5
9,5
9,5
9
10
Imperatriz Leopoldinense
10
10
10
10
10
Mangueira
9
10
9,5
9,5
10
Unidos de Viradouro
9
10
9,5
9
10
Unidos de Vila Rica
7,5
9
8
8
9,5


Jurados do quesito:
Jurado 01 - FaridMaruf Ferrari
Jurado 02 - João Carlos Moura
Jurado 03 - Luiz Augusto
Jurado 04 - Marisa Guimarães
Jurado 05 - Chica Ganchi



PORTELAMOR
BATERIA
Jurado 01
Jurado 02
Jurado 03
Jurado 04
Jurado 05
São Clemente
9
9
9,5
9
8,5
Unidos da Tijuca
10
10
9,5
9,5
10
Beija-Flor
10
10
10
10
9,5
União da Ilha
10
10
10
10
9
Grande Rio
9,5
9
8
9
8,5
Acadêmicos do Salgueiro
10
10
10
10
10
Tradição
10
10
10
9
9
Portela
10
10
10
10
10
Império Serrano
10
10
10
9,5
10
Unidos da Ponte
10
9,5
10
9,5
9
Estácio de Sá
10
10
10
10
10
Unidos de Vila Isabel
9,5
9,5
10
10
10
Modicade Independente
10
10
10
10
10
Caprichosos de Pilares
10
10
10
9
9,5
Imperatriz Leopoldinense
10
10
10
10
10
Mangueira
10
10
10
10
10
Unidos de Viradouro
10
10
10
10
9,5
Unidos de Vila Rica
10
10
9
9,5
9,5


Jurados do quesito:
Jurado 01 - Claudio Luiz Matheus
Jurado 02 - Tom Bahia
Jurado 03 - Sergio Coelho
Jurado 04 - Henrique Cases
Jurado 05 - Nelson Nirenberg

 

PORTELAMOR
COMISSÃO DE FRENTE
Jurado 01
Jurado 02
Jurado 03
Jurado 04
Jurado 05
São Clemente
10
9
9,5
8
8,5
Unidos da Tijuca
10
9,5
10
10
10
Beija-Flor
10
10
10
10
10
União da Ilha
10
10
9
9
10
Grande Rio
9,5
9,5
8
8
9,5
Acadêmicos do Salgueiro
10
10
10
10
10
Tradição
10
10
10
10
10
Portela
10
10
10
10
10
Império Serrano
9
9
8
8,5
9
Unidos da Ponte
10
8,5
8
10
10
Estácio de Sá
10
10
10
10
10
Unidos de Vila Isabel
10
9
9
9,5
9,5
Modicade Independente
10
10
10
10
10
Caprichosos de Pilares
10
9,5
10
10
10
Imperatriz Leopoldinense
10
10
10
10
10
Mangueira
10
10
10
10
10
Unidos de Viradouro
10
9,5
10
10
10
Unidos de Vila Rica
8,5
9
8
10
8,5


Jurados do quesito:
Jurado 01 - Stella Pinheiro
Jurado 02 - Raphael David dos Santos
Jurado 03 - Armindo Bianco
Jurado 04 - Cecília Kershe
Jurado 05 - Eliane

 

PORTELAMOR
CONJUNTO
Jurado 01
Jurado 02
Jurado 03
Jurado 04
Jurado 05
São Clemente
9
8
6
8,5
9,5
Unidos da Tijuca
9,5
8
8
9,5
9,5
Beija-Flor
9
10
9,5
10
10
União da Ilha
10
9,5
7,5
10
10
Grande Rio
8,5
8
7
9,5
9,5
Acadêmicos do Salgueiro
9
10
9
10
10
Tradição
9
9
7,5
9
9,5
Portela
10
10
9,5
10
10
Império Serrano
9
8,5
7
8,5
9,5
Unidos da Ponte
9
10
8
10
10
Estácio de Sá
10
10
9,5
9,5
10
Unidos de Vila Isabel
10
9,5
10
10
10
Modicade Independente
9
10
9,5
10
10
Caprichosos de Pilares
10
10
8
9
10
Imperatriz Leopoldinense
10
10
10
10
10
Mangueira
10
10
8
10
10
Unidos de Viradouro
9,5
9,5
9
9,5
10
Unidos de Vila Rica
8
7,5
7,5
8,5
8


Jurados do quesito:
Jurado 01 - Nato kandall
Jurado 02 - Marinéa Abirached
Jurado 03 - ângelo Ferrari
Jurado 04 - Aderbal Freire
Jurado 05 - Emílio Kalil

 

PORTELAMOR
ENREDO
Jurado 01
Jurado 02
Jurado 03
Jurado 04
Jurado 05
São Clemente
8
8
9,5
8,5
9
Unidos da Tijuca
8
9
10
9
10
Beija-Flor
10
9,5
10
10
10
União da Ilha
10
9,5
10
9,5
9,5
Grande Rio
8
9
9
9,5
8
Acadêmicos do Salgueiro
10
10
10
10
10
Tradição
9
10
9
9
8,5
Portela
10
10
10
10
10
Império Serrano
8
8,5
9
9
9
Unidos da Ponte
10
9,5
10
10
8,5
Estácio de Sá
10
9,5
10
10
9
Unidos de Vila Isabel
9
9
10
10
10
Modicade Independente
10
10
10
10
9
Caprichosos de Pilares
8,5
9
10
10
10
Imperatriz Leopoldinense
9,5
10
10
10
10
Mangueira
10
10
10
10
10
Unidos de Viradouro
10
10
10
10
9,5
Unidos de Vila Rica
7,5
8
9
8
7,5


Jurados do quesito:
Jurado 01 - Ricardo Castro
Jurado 02 - José Flávio Pessoa
Jurado 03 - Carlos La Roque
Jurado 04 - Carlos Alberto Serpa
Jurado 05 - Beatriz Resende

 

PORTELAMOR
EVOLUÇÃO
Jurado 01
Jurado 02
Jurado 03
Jurado 04
Jurado 05
São Clemente
9
9
8,5
9
8
Unidos da Tijuca
9
9,5
9,5
9,5
7,5
Beija-Flor
10
10
9,5
10
10
União da Ilha
9,5
9
10
10
9
Grande Rio
9,5
9,5
9,5
9,5
9
Acadêmicos do Salgueiro
10
9
10
10
10
Tradição
10
9
9,5
10
8
Portela
10
9,5
10
10
9,5
Império Serrano
9,5
9
9,5
9,5
8,5
Unidos da Ponte
10
9,5
9
10
10
Estácio de Sá
10
10
10
10
9
Unidos de Vila Isabel
10
10
10
10
10
Modicade Independente
10
9,5
10
10
10
Caprichosos de Pilares
10
9,5
9,5
10
9
Imperatriz Leopoldinense
10
10
10
10
9,5
Mangueira
10
9,5
10
10
10
Unidos de Viradouro
9,5
9
10
10
9,5
Unidos de Vila Rica
9
8,5
8,5
9
9


Jurados do quesito:
Jurado 01 - Lula Vieira
Jurado 02 - André Lázaro
Jurado 03 - Carlos Pousa
Jurado 04 - Otoniel Serra
Jurado 05 - Oscar Blão

 

PORTELAMOR
FANTASIAS
Jurado 01
Jurado 02
Jurado 03
Jurado 04
Jurado 05
São Clemente
8
8
8
8
8,5
Unidos da Tijuca
9
8,5
9,5
8,5
10
Beija-Flor
10
10
10
10
10
União da Ilha
9,5
9,5
9
9
10
Grande Rio
8,5
8
8
9,5
9
Acadêmicos do Salgueiro
10
10
10
10
10
Tradição
10
8,5
10
9
9,5
Portela
10
10
10
10
10
Império Serrano
8
8,5
8,5
8,5
9
Unidos da Ponte
9
9
8
9,5
8,5
Estácio de Sá
10
9,5
10
9
10
Unidos de Vila Isabel
9,5
9,5
10
9,5
10
Modicade Independente
10
10
10
10
10
Caprichosos de Pilares
8,5
10
9
9
9,5
Imperatriz Leopoldinense
10
10
10
10
10
Mangueira
9,5
9,5
9,5
10
10
Unidos de Viradouro
9,5
9,5
10
10
10
Unidos de Vila Rica
7,5
7,5
8
8
7,5


Jurados do quesito:
Jurado 01 - Cristina Franco
Jurado 02 - Elizabeth Naid
Jurado 03 - Giorinha Paranaguá
Jurado 04 - Regina martinelli
Jurado 05 - Regina Germani

 

PORTELAMOR
MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA
Jurado 01
Jurado 02
Jurado 03
Jurado 04
Jurado 05
São Clemente
9
9,5
9,5
9
9
Unidos da Tijuca
9,5
10
9,5
10
10
Beija-Flor
9,5
10
10
9,5
10
União da Ilha
10
10
10
10
10
Grande Rio
9
10
9,5
10
9,5
Acadêmicos do Salgueiro
10
10
10
10
10
Tradição
9,5
10
10
9,5
10
Portela
10
10
10
10
10
Império Serrano
9
10
10
9
10
Unidos da Ponte
9,5
10
9,5
9
9,5
Estácio de Sá
10
10
10
10
10
Unidos de Vila Isabel
10
10
10
10
10
Modicade Independente
9,5
10
10
10
10
Caprichosos de Pilares
10
10
10
10
10
Imperatriz Leopoldinense
10
10
10
10
10
Mangueira
10
10
10
10
10
Unidos de Viradouro
9,5
10
10
10
10
Unidos de Vila Rica
9
10
10
9
9


Jurados do quesito:
Jurado 01 - Nilza deOliveira
Jurado 02 - Syomara Guerra
Jurado 03 - Emanuel Brasil
Jurado 04 - Irene Orazem
Jurado 05 - Vera Aragão

 

PORTELAMOR
SAMBA DE ENREDO
Jurado 01
Jurado 02
Jurado 03
Jurado 04
Jurado 05
São Clemente
9,5
9
8
8,5
9
Unidos da Tijuca
10
9,5
10
10
10
Beija-Flor
10
10
10
10
10
União da Ilha
9,5
9
9,5
9
10
Grande Rio
10
8,5
8
9,5
10
Acadêmicos do Salgueiro
10
10
10
10
10
Tradição
10
9,5
9,5
9
10
Portela
10
10
10
10
10
Império Serrano
10
8,5
10
10
10
Unidos da Ponte
10
8,5
8
9
10
Estácio de Sá
9,5
10
10
9
9,5
Unidos de Vila Isabel
10
10
10
10
10
Modicade Independente
10
10
9,5
10
10
Caprichosos de Pilares
10
8,5
9,5
9
10
Imperatriz Leopoldinense
10
10
10
10
9,5
Mangueira
9
9,5
10
10
10
Unidos de Viradouro
10
10
10
9
10
Unidos de Vila Rica
8,5
7
8
8,5
9


Jurados do quesito:
Jurado 01 - Beto Vilasboas
Jurado 02 - Eri Galvão
Jurado 03 - Fred Góes
Jurado 04 - Williams Taranto
Jurado 05 - Maria de F. Rodrigues

 

 

 

PORTELAMOR
HARMONIA
Jurado 01
Jurado 02
Jurado 03
Jurado 04
Jurado 05
São Clemente
9
8
9
9
8,5
Unidos da Tijuca
10
8
9
10
10
Beija-Flor
10
10
10
10
10
União da Ilha
10
9,5
9
10
8,5
Grande Rio
8
8
8,5
8,5
8,5
Acadêmicos do Salgueiro
10
9,5
10
10
10
Tradição
10
9
9,5
10
8,5
Portela
10
10
10
10
10
Império Serrano
9,5
9
9
9,5
9
Unidos da Ponte
9,5
9,5
10
10
8,5
Estácio de Sá
10
10
10
10
10
Unidos de Vila Isabel
9
9,5
10
10
10
Modicade Independente
10
10
9,5
10
9,5
Caprichosos de Pilares
10
10
9,5
10
9,5
Imperatriz Leopoldinense
10
10
10
10
10
Mangueira
10
10
9
10
9,5
Unidos de Viradouro
10
10
9
10
9
Unidos de Vila Rica
8,5
8
8,5
8,5
8,5


Jurados do quesito:
Jurado 01 - Passarinho
Jurado 02 - Leila Quitanda
Jurado 03 - Hélio Capucchi
Jurado 04 - Gustavo Mello
Jurado 05 - Leda Maria

 

TOTALIZAÇÃO
GRUPO ESPECIAL
RESULTADO
PONTUAÇÃO
Imperatriz Leopoldinense
300
Portela
299,5
Beija-Flor
299
Mocidade
299
Salgueiro
298,5
Mangueira
297
Estácio de Sá
296,5
Unidos do Viradouro
294,5
Unidos de Vila Isabel
10º
294
Caprichosos de Pilares
11º
289,5
União da Ilha do Governador
12º
288,5
Unidos da Tijuca
13º
286
Tradição
14º
284
Unidos da Ponte
15º
284
Império Serrano
16º
275
Grande Rio
17º
268
São Clemente
18º
261,5
Unidos de Vila Rica
19º
255

Notas sobre a apuração:

1. A maior e a menor notas de cada escola em cada quesito foram descartadas, portanto, três notas por quesito foram consideradas para o somatório de cada escola;

2. Nenhuma escola sofreu penalização em concentração, cronometragem, dispersão ou obrigatoriedades.

Segunda Colocada do Carnaval Carioca 1995

Fonte: Wikipédia